Nos EUA existe um cão chamado Boo que tem uma página do Facebook com 800 000 seguidores e que parece um autêntico peluche. Se duvidam da autenticidade do animal podem ir à página e verificar pelos vídeos que é realmente um cão a sério. O Boo é tão famoso que já aparece nas revistas inglesas e a sua imagem ajuda a angariar dinheiro para associações de caridade. Este é um blog de uma veterinária portuguesa a viver no País de Gales, no Reino Unido! Para amigos, familiares, curiosos e ainda pessoas que estejam a ponderar semelhante experiência!
domingo, 30 de janeiro de 2011
O cão mais famoso do Facebook (the cutest dog in the world)
Nos EUA existe um cão chamado Boo que tem uma página do Facebook com 800 000 seguidores e que parece um autêntico peluche. Se duvidam da autenticidade do animal podem ir à página e verificar pelos vídeos que é realmente um cão a sério. O Boo é tão famoso que já aparece nas revistas inglesas e a sua imagem ajuda a angariar dinheiro para associações de caridade. Chega de brincar à genética com os animais!
Desabafo
Às vezes farto-me de veterinários. Ou do que se tornaram. De qualquer nacionalidade, não importa. Farto-me dos veterinários ingleses por se queixarem dos clientes preocupados. Primeiro dizem aos clientes para telefonarem qualquer que seja a dúvida. Depois ficam indignados quando lhes telefonam a perguntar o que fazer ao seu animal que está cheio de dores depois da cirurgia. Ou então reclamam quando um cliente chega 5 minutos atrasado, como se perdesse o direito à consulta. E dos portugueses, estou farta desses também. Não julguem que se escapam. Que se queixam que têm a pior profissão do mundo, por causa dos horários e da responsabilidade. E depois justificam com a elevada taxa de suicídio que há entre os colegas. Como se não tivessem alternativas profissionais e como se fosse complicado pegar nas malas e tentar a sorte noutros países. Consigo imaginar umas tantas quantas profissões que são bem piores do que ver animaizinhos felpudinhos o dia inteiro. Aturar pessoas é difícil? Pois é. Mas não deve ser a única profissão em que se atura pessoas. Suicídio? Talvez o facto de terem sempre à mão um medicamento que tão rapidamente faz o corpo parar em apenas uns segundos não fosse razão suficiente para a elevada taxa de suícidio. Queixar um bocadinho é saudável. Mas o tempo todo? Parem de se queixar! Ou então mudem de vida e vão amanhar lulas para uma fábrica de enlatados.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Os texugos passam mal por estas bandas

Luís de Matos em grande na BBC

terça-feira, 4 de janeiro de 2011
o Funeral
Vizinhos
Quais as diferenças entre o ano novo cá e lá?



