domingo, 6 de julho de 2008

York



Este bacano de chapéu estava a fazer uma tour por York contando um pouco das histórias do passado. Segundo ele, uma experiência aterrorizante especialmente para cardíacos (???).


Não ando a tirar muitas fotos porque me esqueci do carregador em Portugal, bah!



York - Catedral

As melhoras para a TiZ!


Ouvi dizer que a TiZ está com um olho à belenenses... As melhoras!
Aqui vai uma fotografia de York, cidade pitoresca perto de Leeds com quadros pendurados na parede externa das casas. É muito fácil chegar lá de carro (25 minutos) e depois nas 18 o estacionamento é muito barato no parque à entrada do centro. Vou ver se ponho mais fotografias aqui no blog.

Semana do treino em Leeds

O treino teórico teve a duração de uma semana, numa sala do Ramada Hotel. Fomos apresentados à equipa da Eville and Jones e a toda a confusão que significa o sistema de Health Safety relativamente aos matadouros. Tivemos aulas dos mais mais variados temas mas tudo muito teórico e básico, nada de especial. Eu, por estar alojada num sítio diferente, tive direito ao carro logo na 2ª feira. Os outros é que não tiveram grande sorte, só tiveram o carro na 6ª feira, que é péssimo porque no dia seguinte tiveram de fazer uma viagem de 6 horas e não tiveram tempo para se habituarem à condução pela esquerda e ao tipo de carro. Também só na 6ª feira ao fim do dia é que ficamos a saber exactamente os locais de estágio e o alojamento (pago pela empresa). O telemóvel da empresa também só veio na 6ª feira – temos direito a 24 minutos de borla para as outras pessoas da EJ. Quando acaba esse tempo e se ainda não tivermos falado tudo, desligamos e voltamos a ligar durante mais 24 minutos, e assim sucessivamente.
O resto do tempo foi dedicado à confraternização com os coleguinhas de várias nacionalidades (Espanha, Portugal, Polónia e Roménia).

quarta-feira, 2 de julho de 2008

1º fim de semana em Leeds

O Sábado foi basicamente para descansar e conhecer um pouco a cidade de Leeds. Estou alojada em casa do KZ que está a fazer o doutoramento cá. Todos os outros coleguinhas ficaram alojados no Ramada Hotel, onde vai ser o treino. Alguns ficaram em quartos partilhados (e aqui surge o problema do ressonar). No hotel apenas têm direito a pequeno almoço, mas podem comprar refeições no Tesco (ao lado), em pubs da zona e no próprio restaurante. Durante o treino o almoço é oferecido, e pelos vistos vamos ter um grande jantar na 5ª feira.

No Domingo foi o dia da “Driving Tuition”, em que um instrutor de condução esteve meia hora com cada um de nós para iniciarmos a condução ao contrário. Para pessoas dextras é mais dificil a adaptação, a mão esquerda não é delicada com a caixa das mudanças. Quando a conduzir pela esquerda, é só uma questão de estar com atenção. O instrutor disse que os portugueses foram os que tiverem maior facilidade na prova, ah ah!

Transportes Públicos de Leeds:
Os bilhetes custam mais ou menos 1,5 libras nos tranposrtes pagos (há uma carreira à borla no centro da cidade). Existem duas companhias principais, a Metro e a First. Nas paragens podemos ver a que horas passam os autocarros todos os dias da semana e para onde vão. Para quem quiser ir do Ramada Hotel para a cidade pode apanhar um autocarro em Seacroft Bus Station (que fica no Tesco, o supermercado ao lado do hotel). Como eu estou alojada longe do hotel pedi para que me dessem o carro com a maior brevidade possível, e assim aconteceu, na 2ª feira era a única que tinha direito a carro.

Coisas novas que descobri:

- Devia ter trazido um cartão multibanco Maestro, são os únicos cartões estrangeiros em que se escapa à comissão de pagamento no Reino Unido;
- É comum levantar-se dinheiro quando se paga com cartão multibanco no supermercado;
- os ingleses passam-se se não tivermos os cartões multibancos assinados;
- os bloqueadores de volante não são universais;
- as tomadas têm interruptor (até já sabia da anterior estadia);
- existem casas de banho alcatifadas;
- adoro persianas;
- os portugueses têm uma grande consciência ambiental (reciclagem)!

Viagem Porto – Leeds

Depois de estudar as várias opções de chegada (sabendo que não queria chegar muito tarde e que queria ir naquele dia em particular) acabei por escolher viajar do Porto para Bristol pela Ryanair e depois de Bristol para Manchester pela Air Southwest. No aeroporto de Manchester, apanha-se facilmente (depois de andar um bocado e apanhar vários elevadores) o comboio para Leeds (18 libras!!). Foi engraçado que ao aproximar-me cada vez mais do destino ter tido a sensação de estar a aproximar-me de um país mais pobre do que Portugal (seria da falta de luz?). O aeroporto do Porto é espectacular, tem free wireless, é agradável, com muita luz e tem daquelas cadeiras-sofás que se reclinam para trás e que dá para dormir. 5 estrelas. Se calhar 4 estrelas, pela complicação de utilizar o Andante para apanhar o metro para a Campanhã (é preciso frequentar um workshop sobre as zonas do metro). Os aeroportos de Bristol e de Manchester não têm um aspecto tão simpático. Os aviões da Ryanair até não são maus, aconselho é a ficar com os “emergency seats” por causa do espaço para esticar as pernas. Quanto à Air Southwest, para além de ser caro, aqueles aviões são autênticas trotinetes do ar, brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, mas inacreditavelmente, estava gente a dormir durante o voo (se calhar tomaram alguma coisa). Para a próxima vou tentar ir pela BMI baby.
Quanto à bagagem, a Ryanair permitia 15 kg de bagagem de porão e 7 kg na bagagem de mão (de dimensões limitadas) enquanto a Southwest permitia 20 Kg no porão e 5 Kg na mão. O aeroporto de Bristol apenas permite um item para bagagem de mão, ou seja, quem ande com carteira tem de arranjar maneira de a enfiar dentro da mochila de mão. Não permitem embalagens com mais de 100 ml na bagagem de mão e todos os outros líquidos têm de ser enfiados num saco de plástico deles (chato para quem queira transportar garrafas de um lado para o outro). Os portáteis e todos os aparelhos electrónicos têm de ser tirados da mala aquando do controlo das bagagens de mão. Depois existe ainda a “apalpadora oficial” que escolhe as pessoas para chatear à saída do controlo.
Primeira impressão de Manchester: a caixa amarela para agulhas na casa de banho (estou habituada a vê-las nas clínicas veterinárias, não em casas de banho, quase pensei que tinha entrado no gabinete de veterinária do aeroporto). Não apanhei ninguém a falar com aquele sotaque do “Imperiais e Batatas-fritas” (a série da SIC radical), mas não tive assim tanto tempo em Manchester.